Sistema legado é qualquer software que continua operando mas foi construído em tecnologia antiga, sem documentação adequada ou sem suporte ativo do fornecedor. Na maioria das empresas, o sistema legado ainda sustenta processos críticos — folha, fiscal, estoque — e por isso ninguém tem coragem de mexer. O problema aparece quando ele começa a travar o crescimento: não integra com novas plataformas, não escala com o volume e consome horas de manutenção toda semana.
Integramos sistemas legados com ERPs modernos, plataformas de e-commerce e APIs atuais. Se o sistema não tem API, criamos uma camada de integração que lê e grava dados sem alterar o código original.
Quando a integração não é viável, planejamos a migração gradual: mapeamos os dados, definimos o destino, migramos em etapas e validamos cada fase antes de desligar o sistema antigo.
Em muitos casos, o sistema legado pode continuar rodando enquanto o novo sistema assume gradualmente. Zero downtime, zero perda de dados.
Diagnóstico sem julgamento — Mapeamos o que o sistema faz, como faz e o que depende dele antes de propor qualquer mudança.
Integração sem migração — Em muitos casos dá para conectar o sistema legado com plataformas modernas sem precisar trocar tudo.
Migração controlada — Quando a troca é inevitável, fazemos em fases — sem parar a operação, sem perder histórico.
Documentação do que existe — Sistemas legados vivem na cabeça de uma pessoa. A gente documenta para que o conhecimento fique na empresa.
Modernização incremental — Não precisa trocar tudo de uma vez. Modernizamos módulo por módulo, começando pelo que mais trava.
Independência de fornecedor — A Cierus não vende software. Recomendamos o que faz sentido para o seu caso, sem empurrar solução própria.
Para empresas que têm um sistema antigo rodando em produção e precisam de alguém que entenda de sistemas legados de verdade — não um consultor que só conhece a versão nova. Distribuidoras com sistemas dos anos 90 ainda em operação, indústrias com software customizado sem documentação, empresas que cresceram e o sistema não acompanhou.
Mapeamos o sistema: tecnologia, banco de dados, regras de negócio, dependências e integrações existentes. Entregamos um diagnóstico completo mesmo sem documentação.
Definimos o melhor caminho: integrar via API, criar camada intermediária, migrar gradualmente ou substituir. Sempre priorizando continuidade operacional.
Implementamos a solução em etapas, validamos cada fase com a equipe e garantimos que a operação não pare em nenhum momento.
Sistema legado é qualquer software que ainda está em operação mas foi desenvolvido em tecnologia antiga, muitas vezes sem suporte ativo e sem documentação. O nome vem do inglês "legacy", que significa herança. O sistema "herdado" continua funcionando porque substituí-lo custa caro e assusta — mas seu custo de manutenção cresce todo ano.
Sistemas legados são softwares construídos em tecnologias antigas que as empresas mantêm em operação porque ainda cumprem funções críticas. Exemplos comuns: ERPs customizados dos anos 90, sistemas fiscais em linguagem Cobol ou Delphi, e softwares sem API que não conversam com plataformas modernas.
Vale manter quando o sistema ainda atende bem os processos principais, o custo de migração é maior que o custo de manutenção e é possível integrá-lo com as plataformas novas que a empresa precisa. Vale trocar quando o sistema impede o crescimento, o fornecedor não existe mais, a manutenção consome mais horas do que a operação justifica, ou quando não há como integrá-lo com o ecossistema atual.
Na maioria dos casos sim. Mesmo sistemas sem API nativa podem ser integrados via leitura de banco de dados, arquivos de troca ou desenvolvimento de camadas de integração customizadas. A Cierus já fez isso com sistemas em Delphi, Visual Basic, Clipper e bancos de dados como Firebird e Paradox.
Depende do escopo. Um diagnóstico completo leva de uma a duas semanas. Uma integração pontual com plataforma moderna pode ser entregue em quatro a oito semanas. Uma migração completa de plataforma é um projeto de três a doze meses, feito em fases para não parar a operação.
Fale com um especialista e descubra o que dá para fazer sem jogar fora o que ainda funciona.